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Mundo
Tragédia
12/09/2018 | 06h00
Naufrágio de bote na Líbia mata mais de 100 pessoas
Segundo relato, outros 276 migrantes, que conseguiram sobreviver, foram capturados pela Guarda Costeira líbia e levados a um centro de detenção

Mais de 100 pessoas desapareceram nas águas do Mediterrâneo no naufrágio de um bote no litoral da Líbia, informou ontem (11) à agência de notícias EFE uma fonte da organização humanitária Médicos Sem Fronteiras (MSF).

Segundo o relato, outros 276 migrantes, que conseguiram sobreviver ao desastre, foram capturados pela Guarda Costeira líbia e levados a um centro de detenção onde permanecem custodiados em más condições. Entre eles há várias mulheres grávidas e um grande número de menores de idade.

A tragédia ocorreu no último dia 1º no litoral da cidade de Khoms, um dos principais núcleos das máfias do tráfico de pessoas nos arredores de Trípoli, quando um dos abarrotados botes infláveis perdeu ar e começou a afundar.

Máfias de tráfico de migrantes

O litoral que se estende entre Trípoli e a fronteira com a Tunísia se transformou nos últimos dois anos no principal reduto das máfias de tráfico de migrantes, apesar da presença de patrulhas europeias.

Segundo dados da Organização Internacional de Migrações (OIM), vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU), pelo menos 171.635 imigrantes ilegais conseguiram chegar à Europa em 2017, enquanto 3.116 desapareceram no mar.

Desde o início de 2018, cerca de 21 mil conseguiram atravessar a chamada rota central do Mediterrâneo, que parte da Líbia e da Tunísia para a Itália e Malta, e mais de 1.100 morreram na travessia.

Nos últimos meses, os navios de resgate gerenciados por Organização Não Governamentais internacionais foram obrigados a se retirar da rota, assediados pelos serviços da Guarda Costeira da Líbia e a pressão da União Europeia e do governo italiano. 

Fonte: Agência Brasil 

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