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Economia
Recuo
15-02-2019 | 06h00
Setor de serviços fecha 2018 com queda de 0,1%, diz IBGE
O volume do setor de serviços fechou 2018 com uma queda de 0,1%

O volume do setor de serviços fechou 2018 com uma queda de 0,1%. Esse foi o quarto ano de retração do setor, que acumula uma perda de 11,1% no período, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada ontem (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Na comparação de dezembro de 2018 com o mesmo período do ano anterior, a queda foi de 0,2%. Na comparação de dezembro com novembro de 2018, no entanto, foi registrada uma alta de 0,2%.

A receita nominal do setor de serviços fechou o ano com uma alta de 2,7%. Em dezembro do ano passado, a receita nominal cresceu 0,8% na comparação com novembro e 3,1% na comparação com dezembro de 2017.

Setores

A queda de 0,1% do ano de 2018 foi puxada principalmente pelos serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,9%), que tiveram resultado negativo influenciado pela retração na receita vinda dos segmentos de atividades de cobranças e informações cadastrais, de soluções de pagamentos eletrônicos, de serviços de engenharia e de vigilância e segurança privada.

O outro setor em queda foi serviços de informação e comunicação (-0,5%), um resultado explicado principalmente, pela menor receita recebida pelas empresas do ramo de telecomunicações.

Três setores tiveram alta: transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (1,2%), outros serviços (1,9%) e serviços prestados às famílias (0,2%). Os serviços de transportes foram impulsionados principalmente pelo avanço no volume de receitas de transporte rodoviário de carga, de gestão de portos e terminais, de transporte aéreo de passageiros e de operação de aeroportos.

Os outros serviços tiveram contribuição das atividades de intermediários em transações de títulos, valores mobiliários e mercadorias e administração de bolsas e mercados de balcão organizados. No último setor, a principal contribuição veio dos hotéis.

Contas públicas

Instituições financeiras consultadas pelo Ministério da Economia reduziram a previsão para o resultado negativo das contas públicas, neste ano. A estimativa de déficit primário do Governo Central – formado por Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – passou de R$ 102,385 bilhões para R$ 99,560 bilhões, em 2019.

A estimativa segue abaixo da meta de déficit perseguida pelo governo de R$ 139 bilhões. O resultado primário é formado por receitas menos despesas, sem considerar os gastos com juros. Os dados constam da pesquisa Prisma Fiscal, elaborada pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia, todos os meses, com base em informações do mercado financeiro.

Para 2020, a estimativa das instituições financeiras é déficit de R$ 65,462 bilhões, contra R$ 68,778 bilhões previstos em janeiro. A meta de déficit primário para o próximo ano é R$ 110 bilhões.

A previsão das instituições financeiras para as despesas passou de R$ 1,426 trilhão para R$ 1,423 trilhão, neste ano, e de R$ 1,483 trilhão para R$ 1,482 trilhão, em 2020. A estimativa de receita líquida do Governo Central foi alterada de R$ 1,324 trilhão para R$ 1,322 trilhão, em 2019, e de R$ 1,419 trilhão para R$ 1,417 trilhão, no próximo ano. (Agência Brasil)  

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