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Versão Digital do Jornal O Hoje

sexta-feira, 03 de dezembro de 2010, 00:33



Bem após algum tempo de desenvolvimento enfim o grande lançamento de nossa versão digital de leitura do jornal, com um novo dinamismo e tecnologia.
Apresentamos um novo conceito em "ler" o jornal, com opções de zoom, interatividade ao passar a folha, imprimir páginas e até mesmo salvar o jornal em PDF.
Agradecemos a nossos parceiros e desenvolvedores por mais este lançamento e inovação do Jornal O Hoje.

iPad vs. PlayBook vs. Galaxy Tab vs. Slate

terça-feira, 28 de setembro de 2010, 11:32

 

 

 

O iPad finalmente tem concorrentes: nas últimas semanas, o HP Slate fez uma breve aparição, o Samsung Galaxy Tab foi lançado, e ontem mesmo a RIM revelou seu BlackBerry PlayBook  para negócios. Eis as especificações dos quatro tablets, comparadas:

 

 

 


Pela tabela, dá pra ver que várias especificações do PlayBook estão à frente da concorrência. O BlackBerry tablet tem processador dual-core de 1GHz de última geração (Cortex A9), 1GB de RAM, duas câmeras e portas USB e HDMI. E quando se trata de software, ele tem multitarefa - que funciona de forma elegante, aliás - e roda Flash.

Ainda precisamos saber a duração da bateria do PlayBook e seu preço, mas por enquanto o iPad só ganha por ter a loja de apps para tablets com melhor oferta de aplicativos - enquanto o PlayBook ainda está começando. O Galaxy Tab tem o menor peso (380g) dos quatro, mas o PlayBook chega perto (400g); e o Galaxy Tab e o HP Slate têm memória expansível, coisa que nem o PlayBook nem o iPad têm.


Vale notar que ainda há coisas que não sabemos sobre o PlayBook, e as especificações do HP Slate vêm de um documento interno vazado que ainda não foi confirmado oficialmente.

Mesmo assim, o campo de batalha ficou bem mais definido em relação à primeira vez que comparamos tablets, tanto existentes quanto apenas em rumores, nos idos de janeiro. E à medida que os rivais alcançam a Apple, o iPad vai ficando cada vez menos atraente.

Isso quando se trata de hardware, claro. A Apple ainda tem três grandes vantagens onde os oponentes não conseguiram muito espaço: o iOS, a App Store e o fato de ter começado antes. Os outros vão precisar de mais que câmeras HD pra superar isto.

[gizmodo]

Sony Ericsson Vivaz: a melhor companhia de um paparazzo

quinta-feira, 23 de setembro de 2010, 08:57

Quem disse que é preciso ter uma filmadora para registrar aquele flagrante? Pois um paparazzo do site MrPaparazzi.com deixou a câmera em casa para usar um Sony Ericsson Vivaz™ e se deu bem.
O alvo da vez foi o ator Gerard Butler, famoso pelo papel de rei Leônidas no filme 300. O paparazzo registrou a chegada de Butler à sede da BBC Radio 1, em Londres, usando um Sony Ericsson Vivaz™ como câmera de vídeo HD.
Curioso para ver o resultado? Ele não poderia ser melhor. Graças à captura de imagens em HD e ao foco automático contínuo, o paparazzo conseguiu um vídeo de ótima qualidade.

Confira a seguir como ficou o vídeo. Ah, uma dica… Para assisti-lo em HD, clique no linkhttp://www.youtube.com/watch?v=fyEMzVRUzPk e selecione a opção no YouTube.
[gizmodo]

iOS 4.2 no iPad: atingindo outros níveis

quinta-feira, 16 de setembro de 2010, 08:16

 

 

É como uma revelação, ou talvez como o iPad deveria ter sido moldado antes de ser vendido. Com o iOS 4.2 há multitarefa, uma caixa de entrada unificada, pastas e... a fonte Helvetica no Notes.

Nós estamos falando de um beta que está há dois meses de seu lançamento final, então nem tudo está completo. Mas o iOS 4.2 no iPad já mostra boas melhorias, mesmo que sejam coisas que as pessoas já estão acostumadas a fazer no iPhone.

 

 

Multitarefa, E-mail e Pastas

Tudo isso funciona da mesma forma que funciona no iPhone ou no iPod touch, apenas em versões maiores. Aperte duas vezes o botão principal e a uma barra de tarefas bem larga surge, e trocar os aplicativos tem toda aquela animação que elimina seu selecionado e empurra o novo escolhido para seu lugar. A única besteira é que alguns apps ainda não tem suporte ao sistema. E nós ainda não sabemos se os míseros 256MB de RAM do iPad aguentarão toda a bagunça do multitarefa.

A barra de tarefas modifica todos os tipos de controle meio malucos do iPad, uns para o bem, outros paras, bem, a confusão. Quando você desliza para a esquerda na barra de tarefas, como no iPhone, há controles permanentes do iPod, mas há também uma novidade interessante: controle de brilho. Não é mais necessário abrir as configurações quando você muda de um app de vídeos para o Instapaper e precisa deixar o brilho do jeito certo. Há também um botão de trava de orientação do acelerômetro. Mas não é para isso que existe um botão físico na lateral do iPad? Não mais – ele funciona agora como um botão de mudo, como no iPhone.

 

 

Com as Pastas, os dias de dezenas de páginas de apps acabaram, agora que você pode juntar até 20 aplicativos em uma única pasta – mesmo que a escassez de apps do iPad, em comparação ao iPhone, significasse problemas de acumulação, isso acabou. A caixa de entrada unificada. Uma caixa, para todos os seus e-mails. É exatamente o que você imagina. E, se a sensação de olhar para uma só caixa ao invés de ficar zapeando por várias já era boa no iPhone, ela faz ainda mais sentido por aqui.

Juntando as novidades, elas deixam o iPad mais suave, e mais próximo da experiência computacional que a Apple promete, e não sendo algo artificialmente limitado e aleijado do jeito que era antes, te obrigando a fazer uma coisa por vez de forma bem específica e reta.

 

 

Impressão sem fio e outros detalhes

O AirPrint foi parcialmente implementado no iOS 4.2, mesmo com a ausência do AirPlay (pelo menos, nós achamos que a presença de ambos deveria estar intrinsecamente conectada). O AirPrint se saiu muito bem quando se tratou de imprimir pelo aplicativo Photos, mas ele se recusou a imprimir qualquer tipo de coisa – como uma página do Safari – dizendo que ele não conseguia encontrar nossa impressora. Assim que a impressora estiver configurada para compartilhamento pelas configurações do Mac, fica tudo fácil.

Ah, e falando do Safari, a busca na página é uma boa adição, apesar de ser um pouco estranho encontrá-la – você meio que tem que saber que ele já está lá. É preciso escrever a palavra que você quer na barra de busca do Safari (que é confusa, já que diz que é do Google), e uma das opções será a de busca dentro da página. Feito isso, ele achará palavra por palavra, como num browser comum.

O Game Center é um pouco mais atraente do que no iPhone. A tela principal é tomada de títulos de jogos que te levam para a App Store para comprá-los em um clique. Isso faz a tela inicial ser um pouco mais viva, e menos como um gramado deserto. E a navegação com duas colunas é bem bacana.

Ah, e o detalhe que agradará muitos designers e fãs de tipografia: o Notes agora ganhou as fontes Marker Felt e Helvetica. Ambas estão nas configurações do aplicativo (via Gruber).

Mesmo com o mar de bugs que a versão ainda tem, é difícil pensar em voltar para a versão antiga do iPad.

[gizmodo]

Nokia C6 e C7 têm câmera de 8MP e touchscreen com nova tecnologia ClearBlack Display

terça-feira, 14 de setembro de 2010, 10:40


 

 

Descrito como um smartphone com "touchscreen premium", o Nokia C6 tem a nova ClearBlack Display, que a empresa está tentando posicionar como a Pioneer KURO  do mundo dos celulares - pretos mais escuros e cores mais vivas. O C7, visto na foto acima, é uma versão ainda mais fina do C6.

Ambos os aparelhos rodam Symbian^3 e filmam a 720p, além de possuírem funções de "netbooking social", como Anssi Vanjoki da Nokia descreveu na feira Nokia World. O C7 é o novo celular principal da linha C-Series, com tela AMOLED de 3,5 polegadas e mais memória, além de ser feito em aço inoxidável. Com isso, segundo Vanjoki ele é o "dispositivo mais elegante e agradável ao toque do mundo inteiro", com 10,5mm de espessura. Vamos ver se isso é verdade quando fizermos o hands-on do aparelho, que ainda vem com 8GB de armazenamento.

O C6 (última foto do post) tem tela AMOLED de 3,2 polegadas - tela capacitiva, felizmente - e uma entrada para cartão de memória expansível a até 32GB.

Ambos têm acesso à Ovi para baixar apps, e serão vendidos no final deste ano. Quando tivermos mais informações, avisaremos a vocês. [Nokia]

      

 

 

 

Nokia E7, smartphone slider com touchscreen, é "belo" - mas ainda roda Symbian³

terça-feira, 14 de setembro de 2010, 10:11

 

 

A Nokia nos fez lembrar do Communicator do ano retrasado quando descreveu o E7 como sendo "belo e voltado para clientes empresariais, e apesar de ser grande, é bem fino desta vez", quando o mostrou na Nokia World. Mas, pela imagem, ele lembra aquele Nokia N8  com teclado que vimos antes.

A touchscreen de 4 polegadas usa a nova ClearBlack Display para pretos mais escuros e cores mais brilhantes, e com um teclado QWERTY slider, o E7 é voltado para clientes empresariais, mas tem todos os serviços e apps que a Ovi oferece. Ele tem suporte a Microsoft Exchange, claro, mas nem por isso ele deixa de ter funções de entretenimento, como saída HDMI e Dolby Digital Plus Surround Sound.

Ele tem 13,8mm de espessura e uma câmera de 8 megapixels capaz de filmar vídeos em 720p, e tem 16GB de espaço para guardar todos eles. [Nokia]

    

    

Veja todas as fotos em uma só página clicando aqui

As 3 TVs mais sensacionais que serão lançadas no Brasil até o fim do ano

segunda-feira, 13 de setembro de 2010, 17:34

 

 

Alguns dias atrás estávamos na IFA, em Berlim, enlouquecendo com um monte de TVs bacanas. Depois de testar várias e pesquisar sobre suas especificações, elegi as três melhores entre as que com certeza aterrissarão por aqui em um futuro próximo. Elas não são as mais baratas, é claro, mas representam bem quais as tecnologias quentes que vão virar padrão em um futuro próximo. A elas:

 

Philips 3D Cinema 21:9 Platinum

 

 

Para quem é seriamente cinéfilo, a TV de 58'' com proporção 21:9 (a mesma do cinema) da Philips foi uma boa sacada quando apareceu por aqui ano passado. Mas ela aparentemente não decolou nas vendas porque 1) era terrivelmente cara e 2) não bastava um formato interessante se a melhor qualidade de imagem estava em outro lugar. O primeiro fator não foi exatamente resolvido, mas a Philips melhorou o seu modelo topo de linha em todos os aspectos. Em uma sessão fechada, pudemos ver a evolução da imagem TV (modelo anterior embaixo, nova TV em cima:

 

 

 

As cores estão mais brilhantes e o preto está bem mais preto (amplie na segunda imagem). A receita para atingir esse preto absoluto e todas as outras coisas interessantes: refresh de 480 Hz para cenas de movimento perfeitas, contraste animal por conta do LED com local dimming (Explicações lá embaixo) e o ambilight que, na pior das hipóteses deixa a TV mais bonita. Há ainda um novo processador de imagem que deixa as cores mais vívidas, o Bright Pro, que rendeu à irmã sem 3D o título de "Melhor TV LCD da IFA". É o mais próximo do cinema em casa sem telão e por menos de R$ 20.000 que já vimos.

A Cinema 21:9 nova vem com um transmissor de sinal 3D embutido, mas não sabemos com quantos óculos virá. O conteúdo em 3D, aliás, funciona bem direitinho, sem problemas de crosstalk (que resulta em fantasmas) que vimos, por exemplo, em modelos da Samsung. Mas você provavelmente vai preferir ver os bons e velhos filmes em 2D. A TV-telão ainda tem a função NetTV, que liga com a internet para mostrar vídeos da Internet, acessar widgets do eBay e outras coisas. Ainda não sabemos qual o tipo de conteúdo que teremos na versão nacional, mas updates de firmware possibilitarão novos canais/funções.

O único - e potencialmente grande, dependendo das suas preferências - problema é que na programação normal de TV e videogame você vai ter aquelas não muito simpáticas barras laterais. A Cinema chegará em algum momento até novembro aqui por um preço ainda não definido. Na Alemanha, ela sai por 3.990 Euros. 

 

Panasonic P50VT20

 

 

Das grandes fabricantes de áudio & vídeo, a Panasonic é a única que aposta mais fortemente na tecnologia de TVs de Plasma. Samsung e LG também têm modelos top de linha com a tecnologia de Plasma, mas a Panasonic é quem bate no peito e diz que ela é a melhor de todas. E, de acordo com o prêmio de EISA, ela é (no link há um vídeo interessante explicando a tecnologia).

A VT20 não é exatamente novidade. Apresentada na CES, em janeiro, e já à venda nos EUA há alguns meses, ela têm recebido vários prêmios de melhor TV 3D (na sua versão VT25, quase idêntica). Aliás, nós já havíamos falado muito bem sobre esta TV de 50'' aqui, e ficamos novamente impressionados com novas demonstrações na IFA. Entre as opções com 3D, a Panasonic VT20 é a menos estupidamente cara e aponta para onde vai a tecnologia de Plasma, que agora tem de focar em processamento de imagem, já que o painel NeoPDP, semelhante à legendária Kuro, já é algo bem resolvido.

Os argumentos da Panasonic e de especialistas na ocasião do lançamento das primeiras TVs 3D era que a experiência desse tipo de conteúdo na tela de plasma era melhor, devido a velocidade de atualização dos pixels. Em janeiro, fazia sentido. Mas agora, com a chegada dos concorrentes com iluminação por LED com local dimming e altas taxas de atualização, não há mais um consenso se a plasma é a que se dá melhor com o 3D - nem que tem o contraste mais profundo. 

A grande vantagem, além do preço: as cores são menos estouradas, mais fieis, com direito à certificação THX (que nenhuma das concorrentes têm). Por outro lado, o brilho e a vividez não são tão alucinantes vívidas como as das TVs de Sony, Philips, Samsung e LG. 

Tudo isso posto, estamos felizes em dizer que ela continua sendo uma excelente alternativa e provavelmente a menos caríssima para cinéfilos sérios. Ainda não há preço definido, mas sabemos que ela será lançada em algum momento dos próximos meses, antes do Natal, com o kit completo (com direito a óculos). Como ela é mil Euros mais barata que a concorrência na Europa, imaginamos que a diferença de preço se mantenha aqui.

 

Sony XBR-52HX905

 

 

 

À venda desde a semana passada no Brasil (por R$ 10.999 na Sony Style), a TV da Sony é a que melhor junta design bonito e diferente com performance (as novas TVs da LG e Samsung são lindas, mas a finura tem um preço em performance). O desenho chamado de "monolítico" pela empresa japonesa é lindo e tem uma ideia bem interessante: o suporte dá a opção de deixar a TV um pouco inclinada para trás (6°), eliminando totalmente o reflexo. Funciona.

Tecnicamente, ela se parece um bocado com a da Philips: retroiluminação por LED com local dimming, 480 Hz de taxa de atualização e uma outra tecnologia para melhora no contraste. A HX905 (ou sua irmã, HX900, que vimos na feira) tem todas as portas HDMI com o novo padrão 1.4 e o processador de imagem Sony Bravia Engine 3, vendido como "o mais fiel" em relação a cores, o que rendeu à essa TV o prêmio de "melhor LCD 3D 2010-2011"da EISA. No Brasil, ela ainda terá Ginga para maior interação com a TV Digital (outra coisa em comum com a Philips).

Ficamos bem impressionados com o desempenho 3D da TV da Sony, provavelmente o melhor de todas as TVs no quesito. Isso foi ajudado também pelo tipo de demonstrações de 3D que os japoneses levaram à IFA. Em vez de filmes e animações mal convertidas para o 3D, como na concorrência, a Sony caprichou nas demos. Eu assisti um bocadão do replay da final da Copa nesta TV (e, de novo, esportes em 3D é o que há) e joguei um pouco de Killzone 3 em 3D, experiência absolutamente sensacional. O problema é que com este preço esperávamos que ela viesse já com o kit 3D como a prima LX905 (que tem iluminação por LED lateral, com um contraste menor.)

 

A grande diferença: local dimming

O que faz essas TVs mais sensacionais que as outras TVs sensacionais? Em termos de imagem, a explicação é o local dimming.

Todas as primeiras TVs de LCD com iluminação por LED (que a Samsung fez o favor de colocar na cabeça do consumidor que é diferente de LCD) usavam a tecnologia de LED edge-lit, que é a colocação das lampadinhas de LED - que acendem ou apagam para formar a imagem - no canto da tela. Isso faz com que ela consuma menos energia, tenha cores bacanas e um design mais fino. Mas também causa, quase que sempre, três probleminhas: vazamento de luz (um branco nos cantos), distribuição desigual de cores (no meio é pior) e auras brancas em imagens sobre fundo preto.

Quem tem uma TV LCD-LED de primeira geração deve saber que para videogames e TV isso é dificilmente perceptível. Mas coloque um filme muito escuro e você verá isso:

 

 

 

Essas imagens foram tiradas durante alguns testes que fizemos com a TV 3D da Samsung (7000, a mais "barata"), que tem iluminação por LED lateral, durante a reprodução do Blu-ray de Watchmen. 

No "local dimming" (Bright Pro, para a Philips, ou "precision dimming", para a Samsung) das versões mais caras, a iluminação do painel fica atrás da imagem, e a luz se apaga exatamente no ponto em que ela precisa, gerando uma definição de cores mais precisa (já que a imagem fica uniformemente distante da fonte de luz) e um contraste notavelmente superior. Como você viu no exemplo da Philips ali em cima, o preto é definitivamente preto.

Samsung e LG (além de Toshiba e Sharp, mas que não vêm ao Brasil) também mostraram suas versões de TVs com Local Dimming na IFA, mas, talvez pelo pouco tempo ou má qualidade das demonstrações, elas não nos impressionaram tanto. A briga agora é quem tem mais "clusters" de luz LED. Quanto mais grupos de luzinhas, mais precisa será a definição das cores e contraste da imagem. 

 

O que esperar da próxima TV

3D: A opção de 3D será algo padrão não só nas TVs de ponta no médio prazo. Afinal, basta só uma taxa de atualização de 120 Hz (o que já é quase padrão) e um processador de imagem mais rápido. Por enquanto é novidade e por isso as empresas podem cobrar mais caro, mas a possibilidade de passar conteúdo 3D (óculos vendidos separadamente) será não só tendência, mas vital para que a tecnologia pegue.

GINGA: Finalmente o padrão de interatividade de TV digital brasileira começa a decolar. Ele já deu as caras na Copa, em celulares, e aparece em cada vez mais programas. Isso significa que você poderá ver a tabela em tempo real ao assistir o futebol ou responder um quiz sobre a novela (FERA!). Ele estará presente em mais TVs nos próximos meses, já que não consome muitos recursos.

LED TRASEIRO: Hoje já é possível achar uma TV de LCD com iluminação por LED de 32'', Full-HD, por menos de R$ 2.000, algo impensável um ano atrás. Com a banalização do LED, espere agora mais investimento nas TVs com local dimming e processadores de imagem diferentes (como o Bravia 3 e Bright Pro) para que as marcas possam se diferenciar.

CONECTIVIDADE: Cada marca dá um nome para o seu pacote de comunicação da TV com Internet. Mas o fato é que antes de o Google TV aparecer por aqui as TVs terão cada vez mais conteúdo. Espere links diretos para aluguel de filmes (via Saraiva Digital) e programas mais organizados de vídeo e áudio, como os americanos têm em TVs preparadas com Hulu e Pandora. Skype nas TVs da Panasonic e navegador completo nas top de linha da Philips dão uma ideia do que pode vir por aí. 
[gizmodo}

Sony Ericsson X10 mini Pro já está à venda

segunda-feira, 13 de setembro de 2010, 17:33

 

 

Se a agressiva diminuição de tamanho do X10 mini, da Sony Ericsson, te agradou, mas a ausência de um teclado físico, somado à tela pequena e aos seus fartos dedos te deixou em dúvidas se ele realmente valia a pena, a versão com teclado do menor Android do mundo já está à venda por aqui, por 999 reais, 100 reais a mais do que seu irmãozinho sem teclado. No resto, tudo igual.

Nós já dissecamos o X10 mini num review e, mesmo com a tela de 2,5 polegadas, o resultado na hora de digitar foi melhor do que o esperado, já que a solução de software da Sony Ericsson encaixou bem na telinha. Mesmo assim, um teclado físico é bem-vindo aqui. Nós já brincamos por alguns minutos com o X10 mini Pro e a adição do tecladinho facilita demais a vida – smartphones touchscreen sem Swype ainda perdem feio da opção física. O único detalhe negativo da versão Pro é que o aparelho, que já era gordinho na versão sem teclado, ficou ainda mais rechonchudo, mas nada que incomode no bolso.

De resto, o X10 mini Pro é exatamente igual ao X10 mini que nós testamos – câmera de 5 MP com flash, Wi-Fi, GPS, Bluetooth, 3G, bons fones de ouvido no pacote, Android na versão 1.6 com a modificação da Sony Ericsson e promessa de atualização do aparelho para a versão 2.1 até o fim do ano. E, como prometido pela SE no lançamento do X10 mini, o Pro chega por 999 reais desbloqueado e já pode ser encontrado em várias lojas do varejo e, em breve, nas operadoras. 
[Sony Ericsson]

O segredo por trás do novo iPod Nano e iPod Shuffle

segunda-feira, 13 de setembro de 2010, 08:22

 

 

A Apple nem precisou de muito esforço pra criar o novo iPod Nano e iPod Shuffle. Eles só precisaram cortar o iPod Nano velho no meio.
Eles nem precisaram dos cogumelos do Mario desta vez! 
[reddit via thedailywhat]

Por US$ 500, este robô movido a energia solar limpa a sua piscina

sexta-feira, 10 de setembro de 2010, 16:17

Ter uma piscina é muito legal, até você perceber o tanto de tempo e dinheiro necessários para deixar ela sempre em bom estado. Felizmente, há robôs como este Solar-Breeze, que removem a sujeira da superfície e reduzem custos de uso de bombas sem precisar de nada muito além de luz do sol. 

É claro que o custo inicial de um Solar-Breeze é maior que o de uma coadeira manual, mas pelo menos economiza um tempão. [Solar-Breeze]

O iPod Nano em forma de relógio está entre nós

quinta-feira, 09 de setembro de 2010, 22:41

 

 

Todo mundo percebeu logo que ele apareceu. Diabos, até Jobs fez uma alusão ao formato quando estava mostrando a novidade. O novo iPod Nano com multitoque foi feito para ser preso a uma pulseira de relógio. E eis a coisa, por 17 dólares.

OK, mesmo assim continuamos com o problema de ter fones de ouvido plugados em seu relógio o tempo todo. E as limitações do sistema do Nano, algo como um quero-ser-o-iOS-mas-não-rodo-aplicativos. Mas isso são detalhes quando você se imagina daqui há alguns meses vestindo um IPOD como um RELÓGIO. Imagine sua cara de incrédulo em 2001 se você contasse para você mesmo que em uma década você estaria usando um daqueles iPods no seu punho. Cara de incredulidade e ansiedade também!

 

 

A pulseira de nailon de 22mm da Maratac encaixa perfeitamente no clipe do Nano e está disponível em váriascores. Apenas imagine: “Com licença, que horas são?” “Um momento.. Deixe eu ver meu iPod. “Perdão, acho que você não entendeu minha pergunta por causa dos fones nos seus ouvidos – eu não perguntei que música você está ouvindo, e sim as horas!” “Eu sei. Essa sensação custará 17 dólares.
[County Comm via Techeblog]

 

Vazam fotos do Samsung GT-i8700 com Windows Phone 7

quinta-feira, 09 de setembro de 2010, 16:55


 

Uma fonte nos enviou essas fotos do Samsung GT-i8700 rodando WP7. Não há muitas novidades além do fato de ele ter 8 GB de espaço interno e ser algo que eu gostaria muito de usar nesse exato momento. Veja a parte de trás:

 

 

Uma câmera com flash também! O i8700 também perdeu a moldura cromada que a unidade de desenvolvedores da Samsung está usando e que nós já brincamos bastante em julho. Bem bonito; esperamos ver mais sobre ele em breve.

 [Samsung]

iPhone 4 chega oficialmente ao Brasil no dia 17

quinta-feira, 09 de setembro de 2010, 16:05

 


Pelo menos é o que diz Sonia Racy, do Estadão. Numa nota rápida, a jornalista diz que o iPhone já tem data paralançamento: dia 17 de setembro, na virada da quinta para a sexta-feira, com as lojas abertas a partir da meia-noite. Não, não há informações sobre preços nem quais operadoras sairão na frente, mas temos nossos palpites. Por enquanto, a Apple não se pronunciou sobre a data.

 

 

 
Sobre as operadoras, os maiores esforços são claramente da Vivo e da TIM, com ênfase na segunda. A empresa dos hominhos azuis fez questão de ser a primeira a confirmar o lançamento do iPhone 4 em julho, sem dar maiores informações. Depois, começou a fazer cadastros online  no site e por fim colocou alguns aparelhos em lojas para degustação dos usuários. A Vivo não ficou para trás e seguiu o mesmo caminho, sempre com poucos dias de diferença da TIM – o número de lojas da Vivo com iPhone 4 para degustação no RJ e em SP, por exemplo, é extensa. A Claro, com um delay um pouco maior, também iniciou cadastros, mas não pareceu muito interessada em degustações. Mesmo caso da Oi, que poderá manter o formato de venda do aparelho desbloqueado.

E quanto custará o brinquedo? Eis um número que ninguém quer revelar. A princípio, nada indica que alguma operadora fará uma ação agressiva de preços. O que nos leva a imaginar que o iPhone 4 chegará na mesma margem do iPhone 3G e do 3GS em seus lançamentos: próximo da casa dos R$ 2.000, na versão desbloqueada. Se os planos conseguirão derrubar esse preço a um patamar mais aceitável também é outro mistério. Mas estaremos no lançamento e informaremos os detalhes com mais precisão na semana que vem – isso se a Apple realmente confirmar a data.

 

[Estadão]

Cinco opiniões sobre os iPods Touch, Nano e Shuffle

quarta-feira, 08 de setembro de 2010, 22:42

Esta semana chegam os novos iPods, e você deve estar querendo saber se é hora de um upgrade (ou de finalmente entrar na onda). Confira o que os reviews andam dizendo.

iPod Touch

CNET:
"As duas câmeras também tiram fotos, mas a qualidade não se compara com à da câmera de 5 megapixel com flash LED presente no iPhone 4. Essencialmente, estas fotos são apenas frames de vídeo isolados, o que significa uma resolução de 960x720 na câmera traseira e 640x480 usando a frontal. Você também tem o recurso de toque-para-focar do iPhone 4, mas as fotos não farão inveja à sua câmera digital.

De modo geral, o iPod Touch funciona bem como uma camcorder de bolso, apesar de ainda darmos preferência para uma Flip UltraHD no que diz respeito à qualidade de vídeo, de áudio e flexibilidade plug-and-play. Mas lembre-se que não dá para navegar na web, baixar apps ou mandar emails para os amigos usando uma Flip, então as comparações entre produtos nem sempre são perfeitas."

Engadget:
"Assim como o novo Nano, o Touch pareceu gerar um som um pouco melhor que os das suas versões anteriores, mas não é uma diferença assustadora, que justificasse jogar no lixo o seu modelo atual. A reprodução de áudio, no geral, pareceu decente para nós – não ficamos desejando mais qualidade. Mas se você está planejando usar o speaker externo para ouvir música nele, você provavelmente deve reconsiderar. Não lembramos quando foi a última vez que ouvimos algo tão pífio. O que não é surpreendente, considerando o tamanho do corpo. Apesar de estar localizado mais ou menos no mesmo ponto em que o speaker do iPhone 4, o volume e a qualidade de som nem se comparam. Mas até aí, quem usa o speaker, certo?"

USA Today:
"Além disso, há a ótima tela Retina de alta resolução e 3.5 polegadas que quase se equipara à do iPhone 4. O Touch não tem um ângulo de visão tão bom quanto o que o iPhone 4 consegue graças a uma tecnologia chamada 'in-plane switching' (IPS). Lado a lado, o Touch parece sensivelmente menos brilhante que o iPhone 4.

Ainda assim, mesmo um texto minúsculo aparece supernítido e legível no Touch. Ele também o mesmo processador A4 usado no iPhone 4. O chip lida melhor com a energia e ajuda a alongar a vida da bateria para até 40 horas, segundo a Apple."

PC Mag:
"Já que o iPod Touch não é um telefone, ele não reconhece números de telefone para chamadas de vídeo com o FaceTime, então é necessário usar endereços de email. O iOS 4.1, que habilita o uso de endereços de email com o FaceTime, não estava disponível publicamente antes de publicarmos este review, então só pude testar com representantes da Apple. Dito isso, eu estava usando a minha rede Wi-Fi doméstica em Nova York para conversar por vídeo com eles nos seus escritórios em Cupertino,a na Califórnia, e fiquei impressionado com os resultados. As imagens apareceram nítidas e claras, e eu pude entender tudo que o meu parceiro de papo estava dizendo, sem nunca uma ligação cair."

SlashGear:
"A Apple diz que a bateria dura 40 horas de áudio ou 7 horas de vídeo, mas com a inerente flexibilidade do aparelho – não esqueça que há um navegador, email, Google Maps e FaceTime, isso antes de você se aventurar pela App Store – é improvável que você vá fazer uma coisa apenas rotireinamente. Mesmo assim, descobrimos que dá para tirar confortavelmente uns dois dias de uso pesado, com uma mistura de reprodução de áudio e vídeo, navegação e algumas chamadas de FaceTime e aplicativos de terceiros. Considerando a espessura de 7,2mm, isso é algo impressionante."

iPod Nano

The Telegraph:
"Para alguns, a ênfase do Nano em simplesmente reproduzir música, em detrimento de frescuras como gravar ou assistir vídeos, será um grande ponto positivo. Além disso, a excelente autonomia da bateria e o tamanho compacto fazem dele um companheiro indispensável para exercícios, particularmente com o Nike+ e um pedômetro inclusos no aparelho.

Mas o problema fundamental, ao menos para mim, é que ele não parece um iPod. Falta o charme barato e brincalhão do Shuffle ou a sofisticação cromada do Touch. Parece que você está pagando um extra só para ter o privilégio de tocar em uma tela em vez de apertar um botão.

Em resumo, parece o tipo de aparelho que as outras empresas lançam apressadamente para tentar emular o toque de Midas da Apple."

Laptop Mag:
"Há uma diferença potencialmente chata entre o Nano e o Shuffle. O fio do fone de ouvido do Nano é quase 30cm mais longo. Isso não vai fazer diferença para quem usa caminhando, mas os frequentadores de academia podem se incomodar com o fio ficando no caminho durante os seus exercícios. Os botões maiores do Shuffle também são mais fáceis de pressionar do que os do Nano. Com o Nano preso com o clip às minhas calças, eu tive que torcer o pulso em um ângulo esquisito para apertar os pequenos botões de volume, ou então usar a outra mão para ajeitar o iPod antes de usá-lo."

All Things D:
"Quando uma música toca, a capa do álbum cobre toda a tela do Nano e parece um colorido selo preso a você.

Eu gostei especialmente de passar por fotos no Nano usando os dedos, dando dois toques para dar zoom e movimentando a imagem ampliada com o dedo. O iPod Nani vem em sete cores e a sua bateria dura 24 horas de reprodução de áudio."

TechCrunch:
"A qualidade sonora do aparelho é sólida – assim como nas gerações anteriores do Nano. E as 24 horas de bateria que a Apple anunciou parecem ser isso mesmo. Eu não consegui esgotar a bateria até o final usando durante vários dias.

Um infeliz efeito colateral desta diminuição de tamanho é que a Apple teve que retirar o suporte a vídeos. Isso significa que o iPod não consegue mais reproduzir ou gravar vídeos (não existe mais uma câmera). Eu acredito que algumas pessoas ficarão decepcionadas com isso até ver o tamanho do aparelho. Você consegue se imaginar assistindo a um vídeo nesta telinha? Eu com certeza não."

Boing Boing:
"O sintonizador de rádio do nano funciona muito bem: a recepção foi como a que eu esperaria de, digamos, um rádio de carro, e a interface imita um dial convencional. Fotos, música, rádio, podcasts, pedômetro e sensor de corridas/caminhadas: tudo isso em um aparelho pequeno e leve o suficiente para ser usado no pulso, pendurado no pescoço ou preso na camiseta."

iPod Shuffle

BusinessWeek:
"Depois da eliminação dos botões de controle inteiramente em favor de controles no fio do fone de ouvido, a nova versão do Shuffle retorna com a roda de botões encontrada na segunda geração. O VoiceOver, recurso de voz digital que anuncia nomes de músicas, artistas e playlists substituindo uma tela, continua aqui, e funciona tão bem como sempre. O Shuffle carrega 2GB de música em sua única configuração, e é do tamanho de uma bala."

Macworld:
"Uma decepção que eu tive enquanto usava o Shuffle novo: enquanto ouvia música com o iPod preso à barra da minha camisa, eu batia em coisas e acabava mudando de música ou alterando o volume. Sim, eu também batia em coisas quando usava o Shuffle antigo (de segunda geração), mas ele tinha um truque: se você pressionasse o botão central por alguns momentos no iPod antigo, ele travava todos os controles até que você fizesse a mesma coisa de novo. Eu usava esse recurso o tempo todo para evitar comandos acidentais; e não consegui encontrar nenhuma combinação de botões para travar os botões do Shuffle novo."

T3:
"A bateria oferece quase 14 horas de reprodução contínua antes de precisar recarregar, e os fones de ouvido da Apple inclusos têm a qualidade de sempre: ou seja, não muita. No caso do Shuffle, usar fones melhores não vai aumentar muito a qualidade do som, mas seria legal ter fones que pelo menos não caíssem das orelhas durante uma sessão de esteira ou incomodassem as pessoas próximas com vazamento de som."

The Loop:
"No entanto, colocar botões no iPod Shuffle torna o aparelho ainda mais útil. Eu percebi na última semana de uso que tenho usado bem menos os botões de controle remoto do fone de ouvido, e mais os do próprio iPod. Pode quebrar este hábito tão rapidamente me convenceu que a mudança de design foi boa."

CNET:
"Se nós temos apenas uma reclamação sobre o design do iPod Shuffle de quarta geração, seria a dificuldade em usar a presilha sem acidentalmente apertar a parte esquerda da roda de botões. A segunda geração do Shuffle evitou este problema ao posicionar a roda um pouco para o lado, deixando uma sobra onde se podia 'beliscar' com segurança na hora de abrir ou fechar a presilha. Com o novo design, você precisa apoiar o dedo cuidadosamente em um dos cantos do iPod, ou esquecer o cuidado e apertar o botão sempre que quiser prender ou soltar o aparelho."

Créditos de imagem: SlashGear (foto inicial), Engadget (Touch), TechCrunch (Nano), BoingBoing (Shuffle).

[gizmodo]

A memória com resfriamento de nitrogênio líquido que bateu o recorde mundial de velocidade

quarta-feira, 08 de setembro de 2010, 15:25

 

 

Temos aqui um par de pentes de memória, dois módulos Corsair Dominator GTX6, com 1 GB e no padrão DDR3. Eles normalmente rodam a 2625MHz, mas conseguiram esticá-los ao limite, até o novo recorde mundial de velocidade: 3078MHz. Tudo graças ao pequeno freezer de nitrogênio líquido embutido nos brinquedos:

 

A marca foi alcançada por Matthias Zronek, do site Overclockers, usando a placa-mãe P55A-UD7, da Gigabyte, com um precossador Core i7-870:

 

 

O que eu realmente quero é um iPad com resfriamento de nitrogênio líquido e 2 GB de RAM. Na verdade, eu só quero mesmo os 2 GB de RAM, porque eu não aguento mais o browser do tablet reiniciando toda hora. [Extreme Systems]

Sony Ericsson recebe prêmio por celular ecologicamente sustentável

quarta-feira, 08 de setembro de 2010, 13:33

O aparelho Sony Ericsson Elm™ ficou com o primeiro lugar do ranking dos celulares mais sustentáveis, elaborado pela operadora O2, no Reino Unido.

A lista O2’s Eco rating é a primeira a indicar quais são os aparelhos mais sustentáveis do mercado. Ao todo, foram avaliados 65 modelos de seis fabricantes. O aparelho Sony Ericsson Elm™ conquistou 4,3 pontos, dos 5 possíveis, na avaliação de sustentabilidade e de menor índice de impacto ambiental.

Ao todo, a Sony Ericsson tem cinco aparelhos na lista dos dez primeiros do O2’s Eco rating. Entre eles estão o Xperia™ X10 mini e o Xperia™ X10 mini pro.

O Elm™ faz parte da linha Sony Ericsson’s GreenHeart™ de aparelhos e acessórios sustentáveis. Anunciado em junho de 2009, os princípios do programa GreenHeart™ será estendido a todo o portfólio de produtos Sony Ericsson a fim de oferecer aparelhos com menor impacto ambiental.

A primeira câmera point-and-shoot da Nikon digna de profissionais

quarta-feira, 08 de setembro de 2010, 11:55

Ah, eu venho esperando por esta câmera há um bom tempo: uma câmera point-and-shoot da Nikon digna de profissionais. Depois da mistura bizarra de funções na última câmera da Nikon - uh, ethernet jack? - a P7000 trata-se claramente de desempenho.

A P7000 é também claramente, hum, inspirada pela série G de câmeras point-and-shoot da Canon contra a qual ela está concorrendo. Não apenas a câmera da Nikon está mais parecida com a Canon G11 do que com a Nikon P6000, ela usa o mesmo truque de baixar o número de megapixels para ter desempenho melhor em pouca luz: a P6000 tinha um sensor de 14,2 megapixels, enquanto a P7000 tem um sensor CCD de 10 megapixels. Ela também perdeu um monte de funções chamativas no processo, como geotagging embutido com GPS e aquela entrada para cabo Ethernet. Em vez disso, o ISO dela vai até 12.800. Isso é radical neste tipo de câmera, então a Nikon está confiante no desempenho deste sensor. Bom.

No papel, a Nikon P7000 é melhor que a Canon G11 e parece semelhante à Lumix LX5 da Panasonic. Ela filma em 720p a 24fps (e tem microfone estéreo, o que é fenomenal neste tipo de câmera). Ela dá preferência à flexibilidade da lente em vez de pura velocidade, com uma lente 28-200mm F2.8-5.6 com zoom ótico de 7,1x. O que eu estou muito ansioso para ver- e não esperava estar ansioso assim - é o visor ótico (ou mira) da câmera. Inexistente na LX5 e praticamente um buraquinho na G11, a Nikon promete um "visor ótico grande, com botão giratório para ajuste de dioptria". A câmera tem diversas funções que quem gosta de mexer em câmeras vai adorar, claro, mas não curti muito a disposição dessas funções à primeira vista. E, claro, ela tem controles manuais completos, "bracketing" (tirar fotos sequenciais com configurações diferentes) e grava as fotos em formato RAW (desta vez compatível com Mac também).

Ela vai custar US$500 quando for lançada no final deste mês.

Quem curte a Nikon tem muito pelo que ficar satisfeito: esta é uma câmera compacta que finalmente recompensa a fé na marca ao ser provavelmente a melhor point-and-shoot que a Nikon fez em um bom tempo. E quem gosta de câmeras em geral finalmente tem um motivo pra olhar pra melhor point-and-shoot da Nikon enquanto admiram o que a Canon e a Panasonic têm a oferecer.  [Nikon]

IFA mostra máquina de lavar superinteligente

segunda-feira, 06 de setembro de 2010, 16:18

Os demonstradores da IFA 2010, em geral, não são os reis da simpatia - mesmo porque grande parte deles não fala inglês, o que dificulta a comunicação. Mas não parece ser o caso do pessoal da Siemens. Graças à atenção deles, descobrimos duas coisas: 1) a empresa vai muito além dos telefones e infraestrutura de telefonia que conhecemos no Brasil, afinal, são donos da Bosch; e 2) eles estão lançando uma lavadora de roupas ultrainteligente e muito, muito verde.

O nome pode remeter à tecnologia velha, mas a i-DOS é muito moderna. Primeiro, você enche os reservatórios de sabão líquido e amaciante - enche mesmo, até o limite da capacidade (1,3 litro de detergente e meio litro de amaciante). Depois, coloca a roupa no tanque, liga o botão e... esquece da vida.

Sensores determinam sozinhos o peso total a ser lavado (a capacidade máxima é de 8 kg) e que tipo de tecidos estão no tambor. Depois, uma pequena quantidade de água é liberada, a fim de ajudar os tais sensores a identificar quão suja está a roupa. Feitos os cálculos, a máquina libera a quantidade exata de sabão e água para promover a limpeza - com precisão milimétrica, diga-se de passagem. Nada de sobredose de sabão ou espuma poluindo o ambiente (e até se impregnando na sua roupa). "O reservatório funciona como um tanque de combustível, e dura 20 lavagens", explicou um dos solícitos atendentes do estande da Bosch + Siemens.

O wfk, instituto alemão de pesquisas sobre tecnologias em limpeza e sustentabilidade, testou a i-DOS antes do lançamento e garante que o uso da máquina é capaz de economizar mais de sete mil litros de água por ano, além de gastar 30% menos energia do que uma lava-roupas tradicional. Curiosidade: apesar de a Bosch ser mais conhecida mundialmente na área de Linha Branca, em alguns mercados a i-DOS será vendida sob a marca Siemens.

[tecnologia terra]

Apple anuncia nova linha de iPods e coloca FaceTime no Touch

sexta-feira, 03 de setembro de 2010, 19:57

 

 

Como já imaginávamos, o evento de hoje da Apple revelou a nova linha de iPods da empresa. Jobs anunciou, orgulhoso, que 275 milhões de iPods já foram vendidos. E desde o minúsculo iPod Shuffle até o potente iPod touch, todos modelos foram redesenhados. Confira as novidades. Atualizado com informações da Apple Brasil.

O primeiro aparelho apresentado, o iPod Shuffle, veio como quase um pedido de desculpas. Depois da versão minimalista sem botões, a Apple entendeu que as pessoas ainda precisam de botões, e não só comandos de voz. Por isso, o pequeno espaço do aparelho tem uma sequência de botões para aumento de volume, pause e início das músicas  e também conta com o comando de voz, ou seja, a ideia é agradar todo mundo. O preço? 49 dólares. O espaço interno? 2 GB.

Atualização: A pré-venda do Shuffle já está sendo feita na Apple Store brasileira, com prazo de entrega de 1 a 2 semanas. O preço do aparelho será R$ 229.

 

 

Já o iPod nano diminuiu de vez. Depois de esticar, engordar, esticar de novo, ganhar uma tela maior, agora a Apple eliminou todo o espaço desnecessário, tornando-o uma pequena tela ambulante 46% menor e 42% mais leve, com uma minúscula moldura – na realidade, ele ficou do mesmo tamanho físico do novo Shuffle, apenas tendo uma tela sensível ao toque de diferença, o que pode causar estranheza. E para fazer essa tela ter sentido, com tão pouco espaço, só havia uma saída: adicionando multitoque ao aparelho. E essa foi a surpresa do Nano, que agora aceita gestos como no iPhone ou no iPod touch, e a navegação é feita do mesmo modo. Ele tem também apps específicos para sua telinha, como rádio FM, rádio, álbum de fotos etc. Ele terá duas versões: 8 GB (U$ 149) e 16 GB (U$ 179), e terá uma dúzia de opção de cores.

Atualização: Assim como o Shuffle, o Nano também já está em pré-venda na Apple Store daqui. Eis os preços: R$ 549 para a versão de 8 GB e R$ 649 para a versão de 16 GB.

 

 

E, claro, o carro-chefe dos iPods não poderia passar ileso, sem atualizações. O iPod touch, revelou Jobs, é o produto mais popular da companhia – antes, era o Nano. “É um iPhone sem contrato!”, brincou. E nada mais natural do que o iPod touch seguir os passos do iPhone 4. Sim, agora ele terá a tela batizada de Retina Display, processador Apple A4, giroscópio e... câmera frontal para FaceTime. iPhones 4 e iPods touches poderão conversar via vídeo, confirmando a previsão de que a Apple quer que todos seus aparelhos com iOS 4 conversem entre si, sem isolar o iPhone 4 no canto da sala. Ele já está disponível para pré-venda nos EUA, custando U$ 229 (8 GB), U$ 299 (32 GB) e U$ 399 (64 GB).

Atualização: O detalhe que me deixou curioso foi o fato de Jobs não mostrar a câmera traseira, apesar de informar que ela filma em HD. Questionei a Apple Brasil sobre a resolução da câmera e, mesmo nas informações internas, o número de megapixels ou maiores informações da câmera não foram divulgados. Ficamos no aguardo da resolução do mistério.

Todos aplaudiram, mas alguns perceberam: o que aconteceu com o iPod classic? A Apple não falou um A sobre o aparelho, que parece já ter chegado ao seu limite (160 GB) e não parece ter mais para onde evoluir. Agora, fica a dúvida: a Apple acabará com a linha? Ou manterá o aparelho de 160 GB à venda? (Ross Rubin, da NPD, disse que o aparelho só não foi atualizado e continuará à venda. A confirmar.)

iTunes 10 e Ping

 

 

Jobs também anunciou a nova versão do iTunes, que chega ao número 10, e ganha um novo logo como forma de comemoração. Mas a grande novidade foi batizada de Ping, uma rede social integrada ao novo iTunes para você e seus amigos compartilharem o que estão ouvindo - sim, o pessoal do Last.FM não deve estar muito feliz no escritório. Há um botão de conexão com o Facebook, os artistas podem criar seus próprios feeds. Mas o principal é acompanhar a atividade dos amigos e criar uma rede de trocas, além de poder opinar sobre músicas.

O sistema é parecido com o Twitter: você segue e é seguido, e pode impedir alguém de te seguir. 23 países receberão o iTunes 10 primeiro - cerca de 160 milhões de pessoas - e nós ainda não sabemos se fomos agraciados com a novidade (Atualização: não, não estamos na primeira leva de 23 países. Teremos que esperar). Parece uma aposta interessante para um programa que teve 100 milhões de filmes, 35 milhões de livros e 11,7 BILHÕES de músicas baixadas.

[terra]

IFA 2010 mostra que TVs estão cada vez mais finas

sexta-feira, 03 de setembro de 2010, 17:42

A IFA abre suas portas ao público nesta sexta em Berlim. Pela prévia do dia anterior, reservado à imprensa mundial, LG e Samsung, por enquanto, disputam o título da TV mais fina apresentada durante a feira - é uma questão de milímetros mesmo.

A Samsung concorre com as TVs da série LED C8000, que considera "a maior tela Full HD 3D LED TV disponível", com 65 polegadas. Além do 3D, claro, a televisão conta com conectividade Wi-Fi e permite baixar aplicativos de uma loja específica da Samsung voltada a TVs conectadas. A C8000 começa a ser vendida na Europa pelo preço médio de 5,9 mil euros (cerca de R$ 13 mil) a partir de outubro.

Já a LG demonstra sua TV OLED de 31", uma tela com tecnologia AMOLED, mais econômica e brilhante que permite um design de 2,9 mm apenas, com 3D e Full HD. Essa TV não tem previsão de lançamento. A TV 3D da série LEX8, entretanto, com a nova tecnologia "nano" para geração de imagens, tem 8,8 mm de espessura.

A LEX8, de acordo com a LG, traz um painel fino com pontos minúsculos posicionados na frente dos LEDs que geram a iluminação da tela. Desse modo, a luz se dispersa de maneira igual pela superfície, gerando imagens mais claras, suaves e refinadas. Um outro painel adicionado à LEX8 reduz o reflexo de iluminação externa (incluindo o Sol), mantendo a imagem sempre clara.

 

[terra]

Por que a tecnologia é tão viciante, e como evitar o cansaço tecnológico

sexta-feira, 03 de setembro de 2010, 15:06

 

Nós vivemos rodeados por gadgets que exigem a nossa atenção, constantemente fragmentando nossa capacidade de manter o foco no que precisamos fazer. Mas conviver com a tecnologia não significa que precisamos viver um vício. Este texto é sobre como vencer o cansaço tecnológico.

Quando visitas vêm ao meu apartamento, geralmente chega um momento em que elas perguntam "espera aí, quantas telas você tem aqui?". Essa é a hora que eu proponho a brincadeira "Adivinhe quantas telas o Adam tem". Todo mundo tem receio de chutar muito alto, por isso sempre chutam menos. Além de ser meio ridículo, estar cercado por tanta tecnologia causa um problema: como se manter focado quando há tantas coisas ao seu redor projetadas para que você interaja com elas?

A maioria de nós não vai optar pelo tecnominimalismo e jogar fora metade dos nossos eletrônicos. Em vez disso, vamos primeiro analisar por que o cansaço tecnológico, o vício e outros problemas homem-máquina ocorrem. Depois a gente descobre junto como evitá-los.

Desenvolvendo um vício
Não é novidade que estudos estão descobrindo que videogames causam liberação de dopamina no cérebro. A dopamina tem suas utlidades, mas a que importa aqui é que ela é usada pelo cérebro como uma espécie de recompensa pelo que fazemos. Por exemplo: a dopamina é liberada quando nós comemos e fazemos sexo, porque o corpo considera que estas coisas são necessárias para a nossa sobrevivência enquanto espécie. Alguns tipos de jogos de videogame conseguem a proeza de fazer o nosso cérebro liberar a substância, assim como muita coisa que achamos estimulante. A Nicotina também causa liberação de dopamina, assim como a cafeína (de modo meio indireto).

Assim como os videogames, podemos desenvolver uma liberação de dopamina relacionada a muitos tipos de comportamento vicioso. Verificar emails é um em particular. Você pode não gostar de passar muito tempo lidando com a sua caixa de entrada, mas provavelmente pensa em verificá-la com bastante frequência. Quando você ouve aquele sonzinho (ou a vibração do smartphone), sabe que tem algo lá esperando por você. Para piorar as coisas, já que você não recebe emails em um intervalo fixo e nunca sabe se um email que chegou é algo que você quer, a sua curiosidade é ativada no exato instante que você ouve o som ou a vibração, porque você quer saber se aquilo que recebeu é algo importante ou uma perda de tempo.

Ná época em que estávamos presos pelos computadores de mesa, isso não era um problema tão grande. Primeiro porque a tecnologia não havia ainda se proliferado na sociedade no modo em que conseguiu atualmente. Mas principalmente porque não tínhamos mini computadores que podíamos levar no bolso (smartphones). Antes nós poderíamos verificar nossos emails em alguns momentos convenientes do dia. Agora estes pequenos multitarefas ficam pedindo a nossa atenção em qualquer lugar que estivermos. Nós temos mais oportunidades de interagir com a informação, então nós enfrentamos mais dois dilemas: filtrar uma sobrecarga de informação e usar a tecnologia de modo apropriado.


Filtrando a sobrecarga de informação
Nós consumimos três vezes mais informação hoje do que há 50 anos, mas o problema de sobrecarga de informação não é novo. Graças à prensa de Gutemberg, lá pelo ano 1500 já havia mais livros impressos do que qualquer cidadão letrado poderia ler em uma vida inteira. Nós temos uma quantidade aburda de informação disponível para o consumo há muito, muito tempo, e ela continua aumentando. A gente observa o crescimento, e a crescente taxa de crescimento, como se fosse uma epidemia. Na realidade, nós estamos permitindo que a sobrecarga de informação aconteça com a gente. Como fala Clay Shirky, o problema tem mais a ver com uma falha de filtros:

 

Como o palestrante ilustra, os filtros que usávamos antes da internet estão falhando, porque eles não se aplicam à quantidade massiva de informações que encontramos online. A sobrecarga de informações não é um problema novo, e talvez nem mesmo seja um problema – nós é que precisamos encontrar novas formas de filtrar isso tudo para poder ter foco.

 

As soluções

Então o que fazer a respeito? Superar um vício em tecnologia e evitar o cansaço tecnológico requer esforço. Não há truques de mágica que te conduzam pelo caminho da liberdade, mas aqui estão algumas ideias para te fazer começar.

No que os olhos não vêem, o cérebro não quer mexer

 


Pode parecer maravilhoso ter um aparelhinho que pode fazer quase qualquer coisa, mas confiar em uma única máquina traz alguns problemas. Considere esta possibilidade: você quer ver que os horas são e tira o celular do bolso para fazer isso. Já que o telefone já está na sua mão mesmo, você resolve aproveitar para verificar o seu email. Você faz isso e acaba gastando alguns minutos para se decidir se responde a um deles agora mesmo ou deixa para depois. Isso pode continuar por muitas e muitas etapas (daí para o Twitter, por exemplo, é um pulinho), transformar o que deveria ser um ato simples e ligeiro – ver que horas são – em várias coisas que você não necessariamente precisava fazer. É por casos assim que diz-se não ser sempre uma boa ideia ter um aparelho que realiza várias funções. Mas a verdade é que isso é uma conveniência de que ninguém abre (ou deveria abrir) mão, então o melhor seria se nós conseguíssemos nos treinar para decidir fazer uma coisa e fazer só aquilo. Para que, quando tirarmos o telefone do bolso para ver as horas, vejamos só as horas e coloquemos o telefone de volta no bolso. Mais realisticamente, porém, é nos treinar para tirar o telefone do bolso menos vezes. Descubra outras maneiras de ver as horas. Decida verificar seu email poucas vezes ao dia. Em último caso, desligue o telefone completamente, ou nem leve-o com você, quando for sair à noite. A tecnologia existe para tornar as coisas mais fáceis, mas se você está usando-a para dificultar a sua vida, isso não está certo. Pense em maneiras de evitar usar a tecnologia para tudo e você vai acabar se acostumando a usá-la menos.

 

Pare de ser multitarefa
A esta altura, já deve ter ficado claro que ser multitarefa é só um mito. Nós podemos fazer de conta que estamos fazendo várias coisas ao mesmo tempo, mas na verdade só estamos constantemente e rapidamente voltando a nossa atenção a diferentes tarefas individuais. Ouvir música enquanto faz exercícios é o tipo de coisa que pode ser combinada facilmente, mas quando mais tecnologias entram no jogo, a coisa muda de figura.

Talvez você já tenha tentado matar seus emails enquanto assistia TV. Se sim, você provavelmente notou a dificuldade em se concentrar em ambos. Se a televisão só está ligada para fazer um pouco de barulho, provavelmente não há maiores problemas, mas se você está assistindo a algo que gosta enquanto tenta trabalhar, certamente se vê pausando frequentemente o serviço. Felizmente a tecnologia atual permite muitas vezes que gravemos os programas de TV para assistir depois, permite interagir com o nosso entretenimento na hora que nós quisermos. Um sentimento de imediatismo nos faz pensar que tudo tem que acontecer agora mesmo, mas esse não é o caso. Geralmente nós somos muito mais produtivos quando fazemos uma coisa de cada vez.

Fazer qualquer coisa enquanto se tenta prestar atenção em outra já é problemático, mas incluir tecnologia aí nessa equação pode piorar tudo ainda mais, visto que isso aumenta o tempo sem foco que passamos com os nossos gadgets. Esta sobreposição cria um padrão de comportamento que nos comanda a simplesmente puxar nossos gadgets sempre que quisermos. Ao fazer isso nós negligenciamos a fragmentação que isso causa na nossa capacidade de manter o foco no que quer que deveríamos estar fazendo. Traga isso para um ambiente social e temos os problemas de etiqueta tech citados antes. Se você quer formar bons hábitos com o seu uso de tecnologia, considere interagir com um aparelho de cada vez, para evitar o efeito multitarefa e a má priorização da interação digital sobre a real.

Organize-se

Uma maneira efetiva de lidar com a sobrecarga de informação é organizar esta informação. Pode ser óbvio, mas muitos de nós pensam muito e fazem pouco sobre isso. Você vai acabar se organizando em algum momento, então nada melhor que começar agora, caso você ainda não tenha começado. O email é uma das coisas mais difíceis de controlar, já que existem muito mais ferramentas para te ajudar com isso do que você teria tempo de testar. A nova Priority Inbox do Google é uma maneira nova e efetiva de focar nas mensagens mais importantes da sua caixa de entrada. Uma extensão do Firefox e Chrome chamada Boomerang permite agendar quando você vai receber e enviar emails. Comunicar-se por canais de velocidade mais apropriada em vez de canalizar todas as comunicações via email também pode ajudar. Também dá para desviar as distrações para um iPad, ou outro aparelho que você tenha, para que você possa se focar em coisas específicas em gadgets específicos. O importante é organizar-se alguma forma - e estar ciente de que todo método de organização precisa estar pronto para evoluir e se modificar de acordo com as mudanças no fluxo de informações.

[gizmodo]

Teste de velocidade no iPhone 3G: iOS 4.0 contra iOS 4.1

sexta-feira, 03 de setembro de 2010, 14:59

 

O iOS 4.0 estava tão lento no iPhone 3G que nós rapidamente voltamos ao software antigo. No início da semana, a Apple anunciou, entre outras coisas, que o iOS 4.1 arrumaria o problema de performance no iPhone 3G. Nós fizemos o teste.

No vídeo acima, o iPhone 3G enfrente ele mesmo num teste de velocidade épico para ver se o que a Apple disse é verdade: o iOS 4.1 é realmente mais rápido do que o 4.0 ou é puro papo?

Nota: esse teste está longe de ser um exame científico de ambas as versões do iOS 4. Nós só tínhamos um iPhone 3G para fazer o teste e não pudemos começar as marcações no tempo exato. O resultado disso é que algumas ações não estão perfeitos, mas elas claramente mostram as diferenças de performance entre as versões.

Segunda nota: deixando claro, o iOS 4.1 não está disponível ainda via iTunes; entretanto, a versão do vídeo é a final do iOS 4.1 rodando em nosso iPhone 3G.

O vídeo demonstra o resultado, mas eis a conclusão:

Mensagens: iOS 4.1 ganha (por pouco)

Mapas: iOS 4.1 ganha (por muito)

Fotos: iOS 4.1 ganha (por pouquíssimo)

Safari: iOS 4.1 ganha (por poquiíssimo)

Mesmo que as vantagens de velocidade variem de muito pouco para algo bem sensível, o iOS 4.1 claramente é mais veloz do que o iOS 4.0. Ao mesmo tempo, ele ainda é sensivelmente mais lento do que o 3GS ou o iPhone 4, e nós ainda não temos certeza se os usuários do iPhone 3G gostarão tanto do upgrade, por conta da ainda existente lentidão. A diferença mais óbvia foi a resposta da interface. A interface não travou nem ficou lenta quando apps foram abertos ou textos foram escritos. Se você quer muito o iOS 4, só por esse ganho de velocidade ele já vale a pena. [gizmodo]

Novo carregador por indução da Energizer abre futuro livre dos cabos

sexta-feira, 03 de setembro de 2010, 14:49

Carregadores por indução já existem há algum tempo, mas o novo aparelho da Energizer é o primeiro a utilizar a tecnologia Qi, o novo padrão universal para carregamento por indução. Este é um pequeno passo rumo à liberdade total dos gadgets - um futuro sem fios.

O Qi, recentemente aprovado como o padrão de indução pelo Wireless Power Consortium, permitirá que qualquer gadget compatível com Qi (que requeira menos que 5 watts) seja carregado em qualquer superfície Qi. O novo carregador da Energizer é o primeiro a suportar o novo padrão, mas no futuro a ideia é que você coloque seu celular ou MP3 player em uma base assim na casa do seu amigo, mesmo que seja de outra fabricante, e ele simplesmente vai funcionar, sem você fazer nada.

A base de carregamento da Energizer vem com uma capa Qi para o iPhone 3GS e uma bateria Qi para o BlackBerry Curve 8900, mas a Energizer espera que logo os fabricantes coloquem a tecnologia Qi nos gadgets direto na fábrica. Aí a gente vai ver esse lance de carregamento sem fios acontecer.

O carregador por indução Qi estará disponível em outubro por US$89; os cases para iPhone 3GS e Curve 8900 custarão US$35 cada. [Energizer]

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