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Coluna
Xadrez
Rubens Salomão
Rubens Salomão
08/05/2018 | 06h00
Estado fará regulação de vagas de UTI em até 60 dias
O secretário de Saúde, Leonardo Vilela, confirma que o chamamento de Organizações Sociais para assumir a responsabilidade será finalizado em até 60 dias

O governador José Eliton (PSDB) aponta que é irreversível a decisão para que o governo assuma a regulação das unidades hospitalares estaduais. O processo não depende da aprovação de projeto de Lei, que sequer foi enviado à Assembleia Legislativa, e o secretário de Saúde, Leonardo Vilela, confirma que o chamamento de Organizações Sociais para assumir a responsabilidade será finalizado em até 60 dias. O contrato deverá ser de R$ 84 milhões. “Eu pretendo compartilhar o painel da regulação com todos os municípios, o Ministério Público e a sociedade. Qualquer cidadão poderá acessar e ver como está cada caso na fila de cirurgia ou leitos para UTI. É desta forma que as coisas devem funcionar”, define Leonardo. A decisão tem causado polêmica desde quando foi anunciada, no bojo do programa Mais Saúde, junto à prefeitura de Goiânia, que realiza atualmente a regulação de todas as vagas na cidade. “O estado já faz a regulação no interior. Portanto, não há motivo para polêmica por parte de quem quer que seja”.

“Fica ruim”

A nova forma de regulação das vagas de UTI nem entrou em vigor e a reação negativa na prefeitura de Goiânia foi imediata. A avaliação no Paço é de que “acordo de cavalheiros” foi firmado entre Iris Rezende e José Eliton.

Combinado?

“Eu estava na reunião entre os dois e houve entendimento, cordial das duas partes, para que o serviço seja feito em parceria entre estado e município. Se isto acontecer mesmo fica muito ruim”, avisa o líder da base do prefeito, Tiãozinho Porto (PROS).

Sintego exige eleições

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Goiás (SINTEGO) retoma na sessão de hoje a articulação junto a deputados estaduais da base do governador José Eliton (PSDB) para que as votações para escolher diretores de escolas sejam realizadas antes da eleição estadual, marcada pelo TSE para 7 de outubro. A intenção é acabar logo com a instabilidade jurídica dos atuais diretores, que tiveram mandato encerrado em fevereiro. No entanto, deputados cuja base eleitoral depende também das escolas pelo interior preferem manter os diretores indicados para cultivar base política e colher frutos na busca pela reeleição. “Estamos discutindo na Comissão Mista, com o relator Jean Carlo (PSDB). Haverá eleições nas escolas neste ano, mas os deputados ainda debatem a data”, conta à Xadrez o líder da base, Francisco Oliveira (PSDB). “Está passado da hora de termos eleições para acabar com as indicações políticas. É plenamente viável fazer votação ainda no primeiro semestre”, garante a presidente do Sintego, Bia de Lima (foto).

CURTAS

UTI fantasma – Ao menos 28 leitos de UTI são pagos junto ao Hospital Materno Infantil, mas não são disponibilizados à população, segundo a CEI da Saúde.

Prejuízo – A denúncia foi feita pelos vereadores Elias Vaz (PSB) e Jorge Kajuru (PRP) e o prejuízo estimado é de R$52 milhões, desde 2014. 

Parceria – Alexandre Baldy visitou o MPGO e confirmou financiamento de projeto para revitalização do Centro Histórico da Cidade de Goiás. Coisa de R$ 20 milhões. 

Reaproximação

Depois do embate na campanha de 2016 em Goiânia, Iris Rezende (MDB) e Vanderlan Cardoso (PSB) ensaiam reaproximação. Tudo arquitetado pelos deputados federais Daniel Vilela (MDB) e Alexandre Baldy (PP).

Na próxima

O encontro estava marcado para ontem, no Paço. Vanderlan chegou a esperar Baldy para irem juntos, mas o ministro atrasou de duas horas e o acerto melou. Daniel Vilela fez questão de ajudar a adiantar, com Iris, a nova data na próxima semana.

Lá e cá

Além da agenda administrativa, Iris, Daniel e Baldy conversaram rápida e reservadamente sobre política. O prefeito chamou o ministro e o convidou para que as parcerias que já dão certo sejam ampliadas. A resposta foi positiva.

Bola de cristal

O ministro Dias Toffoli deve mesmo acompanhar o relator, Edson Fachin, no julgamento no STF do pedido de libertação do ex-presidente Lula. Fachin, segundo o registro do sistema, vota contra o petista em todas as ocasiões.

Placar

O voto de Toffoli é o prenúncio de uma derrota para Lula. Além dele e de Fachin, os ministros Celso de Mello, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski também devem se manifestar sobre o caso, que tramita na Segunda Turma do STF.

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