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Rubens Salomão
Rubens Salomão
05/03/2018 | 06h00
Aliança com Wilder Morais reforça discurso do MDB
É que a conversa, que já era boa, entre o senador Wilder Morais (PP) e o deputado federal e pré-candidato Daniel Vilela passou a ter mais motivos para prosperar

A reaproximação entre a senadora Lúcia Vânia (PSB) com o governador Marconi Perillo (PSDB) e, principalmente, o vice e pré-candidato José Eliton, na última semana, tornaram ainda maiores as chances de consolidação de aliança entre MDB e PP para a eleição deste ano. É que a conversa, que já era boa, entre o senador Wilder Morais (PP) e o deputado federal e pré-candidato Daniel Vilela passou a ter mais motivos para prosperar, diante da falta de vaga e vontade na base aliada para abrigar o pleito à reeleição de Wilder. Ao que tudo indica, a disputa ao Senado pela chapa marconista terá, além do próprio Perillo, a senadora Lúcia, que adiantou os últimos acertos – leia-se cargos – para confirmar o acordo. Pelo lado de Daniel, a composição do o senador terá valor fundamental, já que Wilder levará com seu PP mais tempo de propaganda no Rádio e TV, além do fundo partidário na primeira eleição estadual sem financiamento privado e, sobretudo, reforço ao discurso de que o grupo governista teria perdido força depois de 20 anos. A conferir.


Ampla aliança

Com adesão do PSB e saída do PP, José Eliton avalia que a aliança em torno de sua candidatura ao governo “será formada por 18 ou 20 partidos. Na última eleição a nossa aliança foi composta por 14 legendas”, lembrou.


Juízo

Em evento de Caiado neste fim de semana, Iris repetiu, sobre a divisão: “vou chamar os dois pré-candidatos da oposição e pedir para se entenderem. Vivi na carne quatro derrotas sucessivas. Não podemos, não temos o direito de nos afobar”.


Sefaz nega aumentos

O ainda secretário da Fazenda, João Furtado Neto, negou a possibilidade de enviar projetos de Lei ou baixar qualquer novo aumento na carga tributária no estado até o fim deste ano. Mais ainda, o auxiliar, que será substituído por Manoel Xavier em abril, rejeita a confirmação de que o governo tenha, por meio de matérias enviadas e aprovadas pela Assembleia Legislativa, elevado tributos no ano passado. “O estado de Goiás não trabalho com elevação de carga tributária e não há essa possibilidade no planejamento. Ao contrário, nós trabalhamos para tornar a gestão fiscal e tributária mais eficiente para reduzir a carga”, afirma. Sobre os aumentos definidos em 2017, Furtado rebate: “Nós tivemos recentemente algumas adequações decorrentes de orientações do TCE e, ao contrário de aumentar a carga tributária, nós reduzimos a renúncia de receita e benefícios fiscais, que foram convalidados”, diz. Mas e o aumento do ICMS sobre o etanol? “Não aumentou. O que tivemos foi uma adequação das alíquotas e do fundo Protege”, alega.


Curtas

Boa relação - O presidente da Assembleia Legislativa, José Vitti (PSDB), foi homenageado pela Associação dos Magistrados de Goiás (Asmego), no sábado. 

Segurança – Ministério Público do Trabalho divulga hoje em Brasília os dados sobre acidentes de trabalho no Brasil e as implicações nas áreas de saúde e economia.

Elas – A Câmara Municipal realiza às 19h30 sessão especial em comemoração ao “Dia da Mulher de Expressão”. Proposta de Leia Klebia (PSC).


Viabilidade distante

Faltando sete meses para as eleições presidenciais, nenhum dos pré-candidatos vinculados ao governo e ao centro político tem taxa de aprovação superior a dois dígitos, segundo o Barômetro Político Estadão-Ipsos.


Cenário anterior

A pesquisa de avalia todo mês a imagem de personalidades do mundo político e do Judiciário. Michel Temer, que cogita disputar a reeleição, é aprovado por apenas 4% da população. Os dados não mostram efeitos da intervenção no Rio de Janeiro.


Opções

A desaprovação ao presidente está na casa dos 93%. Já outro possível representante do governo na campanha, Henrique Meirelles (PSD), é aprovado por apenas 5% da população, apesar do trunfo da volta do crescimento do PIB em 2017


Jogo político

O ministro interino da Defesa, general Joaquim Silva, nega que o governo de Michel Temer (MDB) esteja usando os militares e forças armadas para melhorar a imagem. “Não há uso político de militar. Há urgência”, diz.


Expectativa e realidade

“Criou-se uma impressão de que seria uma intervenção militar e de que as Forças Armadas iriam para lá (Rio de Janeiro). Falso. Definiu-se um militar em um entendimento razoável”, alega o general ao Correio Braziliense.


Mercado

A Secretaria de Assistência Social de Goiânia recebe inscrições para oficinas de qualificação profissional nos Centros de Referência e Assistência Social (Cras) e Núcleo de Assistência Social (NAS). 

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