A Prefeitura de Goiânia deu ontem o ponta pé inicial para a construção do novo prédio da Maternidade Dona Iris, na Vila Redenção, região Sul da cidade. Sob responsabilidade da empresa Elmo Engenharia, o projeto está orçado em R$ 20,6 milhões e a previsão de conclusão da obra, que será custeada pelo município, é de 12 meses. O lançamento contou com a presença do prefeito Paulo Garcia, do secretário municipal de Saúde, Paulo Rassi; e do presidente da Agencia Municipal de Obras (Amob), Francisco Almeida.
Para o prefeito Paulo Garcia a construção da nova maternidade representará o resgate do serviço público de qualidade. "Vamos construir uma maternidade, cujo antigo prédio enfrentou um histórico de franca degradação. Devolveremos para a população uma obra de primeira linha", garantiu.
De acordo com Paulo Rassi, a construção da nova maternidade representa o resgate da cidadania para a comunidade goianiense, especialmente para as moradoras da Vila Redenção. "Trata-se de um hospital de referência com cerca de 10 mil m², destinado à assistência integral à mulher, desde a atenção básica até procedimentos de alta complexidade, como UTI neonatal e de adulto."
O secretário de saúde explicou que o projeto não foi materializado antes porque estava a espera da municipalização do hospital, solicitada desde 2005. "Só conseguimos esse intento em 2008, com muito atraso. Com processo conduzido pelo Governo Estadual, nos foi prometido projeto de construção da nova unidade. No entanto, não foi possível aproveitar absolutamente nada devido ao alto custo e por não atender às exigências de uma unidade modelo. Tivemos que refazer todo projeto e depois passar pela licitação, por isso a demora", esclareceu.
Dependências
Projeto da nova maternidade, assinado pela arquiteta do município Gisele Mota, contará com setores distribuídos no subsolo, térreo, primeiro e segundo pavimentos. Terá 103 leitos, 20 consultórios ginecológicos, sala para coleta de leite humano, cinco salas de cirurgia, UTI neonatal e de adulto, centro de parto normal, laboratório de análises clínicas, serviço de ouvidoria, farmácia e leitos de isolamento, entre outras dependências visando atendimento integral à da mulher. (Da Redação)